CONHEÇA A PRESERVA JR.

Uma das empresas que mais se destaca na UFLA.

PRESERVA JR. NO EMEJ 2014

Não estamos sozinhos. Existem muitos jovens inovadores, empreendedores e com atitude!

PRESERVANDO - DIA DA ÁRVORE

A Preserva Jr. em homenagem ao Dia da Árvore fez uma mobilização na Praça Doutor Augusto Silva. SAIBA MAIS

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Cantinho da EJ - Conheça as Ecovilas

A necessidade de moradias que visem a sustentabilidade e o uso responsável dos recursos naturais, fez com que se buscasse formas alternativas de habitação. Partindo disso, foram desenvolvidas as vilas sustentáveis, condomínios fechados que visam a interação positiva homem-natureza.


O que uma Ecovila visa transmitir não é o crescimento econômico ou o desenvolvimento, mas toda a rede de vida da qual depende nossa sobrevivência futura de longo prazo. Tendo como um de seus princípios fundamentos “Não tirar da Terra mais do que podemos devolver a ela”. E assim fazendo, a comunidade pode continuar indefinidamente.
Um dos conceitos utilizados nas Ecovilas é o da permacultura, que é um sistema de design sustentável, baseado em seus três pilares: cuidado com a terra, cuidado com as pessoas e repartir o excedentes.


“A Permacultura visa estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energia renovável.” (RICIARDI, Ju. 2008).

Tais vilas contam com toda a estrutura de condomínios normais, como rede elétrica, rede de saneamento, área de lazer, mas baseada nos parâmetros sustentáveis, a fim de criar um microclima agradável.

       Algumas medidas que tornam o objetivo das Ecovilas reais são:
  • As construções utilizam materiais "sustentáveis" seguindo a linha da bioconstrução;
  • Reflorestamento com espécies nativas;
  • Investimento em educação ambiental;
  • Estação de tratamento de efluentes com plantas aquáticas emergentes, que é uma tecnologia mais limpa, eficiente e com o mínimo de consumo de energia;
  • Captação e armazenamento da água da chuva para reutilização;
  • Utilização de energia solar e eólica;
  • Compostagem de resíduos sólidos, entre outros. 



E você, estaria disposto a trocar o seu estilo de vida?

Juliana Vidal, Ligiane Dauzacker e Míriam Gabrielle

Assessoras da Diretoria de Projetos

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Planeta Curioso: 5 de Setembro - Dia da Amazônia

Hoje o Planeta Curioso vem tratar de uma data especial: o Dia da Amazônia!

Comemorada no dia 5 de setembro, a Amazônia é um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade e a maior reserva natural do planeta. Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas, o bioma é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos. Apesar de sua incalculável importância ambiental para o planeta, – como o habitat de inúmeras espécies animais, vegetais e arbóreas, e como fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais, a Amazônia tem sido constantemente ameaçada por inúmeras atividades predatórias, entre elas a extração de madeira, a mineração, as obras de infraestrutura e a conversão da floresta em áreas para pasto e agricultura.

Abaixo temos uma lista com alguns dos temas atuais mais prioritários e urgentes, entre ameaças, desafios e oportunidades, que afetam ou contribuem com a preservação da Amazônia e de seus habitantes.

1. Manejo florestal e a valorização do uso das florestas
Atualmente, mais de 95% da produção madeireira vem da exploração predatória. De forma a reverter ou pelo menos minimizar os impactos causados pela exploração de madeira e de outros produtos ou serviços, a ciência desenvolveu um conjunto de técnicas capaz de usar a floresta com baixíssimo impacto ambiental. A proposta do manejo florestal é a de não afetar a capacidade de recuperação plena da floresta após a exploração.
2. Unidades de conservação
Dentre biomas brasileiros, a Amazônia é o que possui a maior extensão de territórios protegidos. No total, são 
314 unidades de conservação (UCs), entre federais, estaduais e algumas municipais, que representam mais de 1 milhão de km2 ou 26% do total da área da Amazônia brasileira. Entre os tantos desafios das UCs no país, como a sustentabilidade financeira das áreas e a manutenção do sistema no atual contexto político e econômico, destaca-se a recente luta no Congresso Nacional por propostas de redução ou desafetação de UCs. Atualmente, existem cinco projetos de lei em discussão que alteram os limites, como os do Parque Nacional Serra do Pardo, no Pará, ou que excluem uma fração de algumas terras, entre elas a Reserva Extrativista do Rio Ouro Preto, em Rondônia.
3. Geração de energia
Cerca de 70% da energia elétrica gerada no Brasil vem de hidrelétricas. É na Amazônia que estão planejadas grande parte dos projetos de geração de eletricidade como Belo Monte, Jirau e Teles Pires. Estimativas dos planos de expansão da geração de eletricidade para 2020, mostram que quase 60% da nova energia virá dessa fonte. Embora renovável, a energia hidrelétrica gera grandes impactos socioambientais na sua implantação, principalmente em biomas ecologicamente sensíveis como a Amazônia que, além da biodiversidade, abriga comunidades tradicionais que dependem diretamente dos recursos naturais para garantir a sua sobrevivência.

Um dos principais desafios em relação ao tema é a diversificação das fontes de energia. Na última década, governos e investidores privados de diversos países aumentaram seus investimentos em energia solar, eólica e biomassa, enquanto que o Brasil tem aumentado consideravelmente seus investimentos em energias fósseis. Torne-se como exemplo, o Plano Decenal de Energia 2021, aponta que 68,3% dos investimentos, que correspondem a 749 bilhões de reais, serão destinados ao setor de petróleo e gás. Pelo fato de o Brasil ter um grande potencial em energias renováveis, o país poderia se tornar um exemplo investindo mais em fontes de baixo carbono e de menor impacto ambiental. Para tanto, o planejamento da expansão da nossa matriz energética deve estabelecer um equilíbrio entre aspectos técnicos, econômicos, sociais e ambientais. A sustentabilidade socioambiental precisa ser fator central nos processos de tomada de decisão.

Fonte: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/amazonia1/dia_da_amazonia/

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Planeta Curioso: Alternativa para coleta de lixo em Paulínia

O desenvolvimento econômico, o crescimento populacional, a urbanização e a revolução tecnológica vêm sendo acompanhados por alterações no estilo de vida e nos modos de produção e consumo da população. Isso, é claro, tem como consequência o aumento (tanto em quantidade como em diversidade) da produção de lixo, principalmente nos centros urbanos.

O lixo é um problema socioeconômico, visto que grandes quantias de dinheiro são destinadas à coleta e tratamento do lixo urbano. No aspecto social, vários indivíduos são afetados pela concentração de lixo nas cidades, que causam proliferação de insetos, transmissão de doenças, poluição visual, entupimento de bueiros, entre outros.



Com uma ação muito efetiva, a cidade de Paulínea, em São Paulo, encontrou uma alternativa para o problema da coleta de lixo urbano. Se trata de lixeiras com um fundo falso, que permitem a coleta de um volume maior de lixo. Tudo que é jogado na lixeira vai pra um contêiner subterrâneo dois metros abaixo da calçada.  A ideia é que, nesses locais, as pessoas não coloquem mais sacos de lixo na calçada, onde eles podem ser levados pela água da chuva, por exemplo.


Veja o vídeo e a matéria do G1 na íntegra:





quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Cantinho da EJ: Processos seletivos - Dicas e experiências profissionais

Falar em público, como agir em uma dinâmica de grupo, como se portar em uma entrevista, de que maneira se preparar para um processo seletivo... Essas são algumas das inúmeras questões que assombram um candidato a uma vaga de estagiário ou treinee. Hoje, no cantinho da EJ, os assessores da Diretoria de Recursos Humanos Guilherme Izeppe e Giovanna Moreth, trouxeram alguns depoimentos de profissionais que passaram por essas situações e tem algumas dicas que podem ajudar a acabar com esses fantasmas!


1-      “Converse sobre a empresa”. Este é o conselho da Tatiana Ribeiro, trainee da Natura, de 24 anos. Formada em engenharia de produção pela Federal de São Carlos, concorreu com mais de 15 mil candidatos de diversos países. “Eu descobri que a questão de pesquisar muito, e não apenas no site da empresa, é muito importante. Buscar pessoas que já saíram da empresa e que podem te dar uma visão realista de como é trabalhar ali faz toda a diferença na escolha. Outra dica importante: aproveite as entrevistas com os gestores porque eles conseguem falar exatamente o que esperam de você para que você entre com uma expectativa real”;

2-      “Mapeie suas experiências”, aconselha o estagiário da Promon Henrique de Albuquerque, de 23 anos, estudante de engenharia civil da Federal de São Carlos. “Durante o processo, eu descobri que você precisa ter mapeado na sua cabeça todas as suas experiências de vida e como elas agregaram na construção do que você é hoje. Fui pego de surpresa em um das entrevistas porque eu não me lembrava de situações em que eu aprimorei minha habilidade de trabalhar em equipe, por exemplo. Eu tinha muitas experiências, mas eu nunca tinha feito uma autoanalise de onde encaixá-las nas minhas competências. Minha dica é: coloquem no papel todas as experiências marcantes que teve na vida e o que elas representaram em termos de aprendizado”.

3-      “Você pode errar!”. Foi isso que observou João Lee, de 25 anos, o ex-trainee da Nova Pontocom. Formado em Comunicação Social pela ESPM, hoje ele ocupa o cargo de coordenador de web analytics na empresa e dá uma boa dica: “Você pode falhar. O processo de trainee não é a única porta de entrada para a empresa. Se é a empresa dos seus sonhos, não desista. Esta empresa pode ser para você, mas talvez você não se encaixe no perfil daquela vaga de trainee especificamente. Vejo muita gente que trabalha aqui e não passou como trainee, mas entrou por outras formas. Os executivos da empresa ficam de olho nos profissionais durante o processo, talvez não para aquela vaga, mas para outra. A seleção é uma janela de exposição”.



4-      “Egoísmo inteligente”. Este é o conceito que o engenheiro de produção Vitor Boscá, de 25 anos, hoje trainee da Andrade Gutierrez, diz ter descoberto durante a dinâmica para a seleção na empresa. “Éramos 40 pessoas muito diferentes disputando as mesmas vagas, e eu consegui utilizar um egoísmo inteligente: unir todas as pessoas por um único objetivo e conseguir conciliar as ideias e fazer o grupo todo rumar numa mesma direção e ter sucesso. Em uma das dinâmicas, eu estava divergente de todo o grupo, eu não consegui convencer eles por incompetência minha e pensei: ‘Tenho que usar isso a meu favor’. E fui o que mais defendeu a tese do grupo. Obviamente foi para o meu bem. Para que as pessoas vissem meu potencial de flexibilidade”.

5-      “Conduza para que todos falem”, orienta o trainee da Andrade Gutierrez Pedro Andrade, de 24 anos, formado em engenharia civil pela Universidade Estadual de Alagoas. Durante a dinâmica, ele observou que todos tinham a ansiedade de falar primeiro, falar mais, se impor e mostrar liderança. Mas foi outra estratégia que funcionou para ele. “O que eu aprendi lá é que o melhor líder não era o que saia na frente, mas, sim, o que conseguia fazer com que todos falassem, ser um organizador do seu grupo. Desta forma, eu conseguia tirar o melhor da ideia de cada pessoa. E eu vi que funcionou”, conta ele. Outra dica importante do trainee é: “Não sucumbir à pressão. Eles fazem questionamentos de forma muito firme e eu achei que tínhamos ido muito mal, mas fazia parte da dinâmica. No fundo eles só queriam ver como agiríamos sob pressão”.

6-      “A oportunidade mora no risco”, diz o engenheiro agrônomo Abdalah Neto, de 27 anos. Ex-trainee da Bayer, hoje ele ocupa o cargo de gerente de operações do Brasil na empresa e diz que aprendeu no processo de seleção. “Quando me ligaram, a primeira coisa que me perguntaram foi: ‘Você precisa de ajuda para vir pra cá?’, e eu achei que estavam testando se eu estava preparado para ousar, assumir o risco. Acredite nos seus instintos. Ali não era hora de pensar duas vezes ou de tentar recuar, negociar. Por isso eu respondi em prontidão. Eu disse que eu estaria lá no dia seguinte mesmo tendo que viajar 1000 quilômetros. E tenho certeza que isso contou para a minha avaliação”.

7-      “Agregar diferentes pessoas”. Foi isso que aprendeu a estagiária da Eaton, Karen Narita, de 21 anos, estudante de Administração de Empresas da Facamp. “Só nas dinâmicas eu pude viver a experiência de efetivamente trabalhar em equipe. Até então, na faculdade, fazemos diversos trabalhos em grupo, mas nós escolhemos as pessoas com quem vamos nos agrupar e, na maioria das vezes, são as que mais nos afeiçoamos. Nos processos de seleção, você se agrupa com pessoas bem diferentes de você e que você não conhece. Te dá uma visão mais corporativa do trabalho em equipe porque na empresa você não escolhe com quem vai trabalhar”.

8-      “A técnica é o que menos importa”. Foi isso que aprendeu o gerente da Ernst & Young, Leonardo Brandão, de 30 anos, formado em Direito no Mackenzie e conta que se surpreendeu, pois ninguém – nem na dinâmica, nem na entrevista – avaliou seus conhecimentos técnicos. “Eu achei que seria questionado por questões mais técnicas e sobre meu currículo, mas, no fundo, o que eles realmente queriam saber era como eu lido com situações adversas, com coisas que não estão no meu controle. Pelo que percebi a expectativa da firma não é que o candidato chegue 100% preparado tecnicamente, mas sim que ele chegue 100% entusiasmado e com vontade de aprender”.

9-      “Flexibilidade conta pontos”, diz o trainee da Oxiteno, Vinicius de Souza Araújo, de 25 anos, formado em Engenharia Química pela Universidade Federal da Bahia. Ele descobriu o quanto os avaliadores prezam pela flexibilidade, e o quanto ele aplicaria isso em seu dia a dia. “Hoje em dia nada é branco no preto, não existe apenas uma resposta, mas sim, diferentes formas de ver o mesmo problema. Participando da dinâmica, eu vi quão importante é ouvir os outros e chegar a um consenso sobre uma ideia. E como juntar todas as ideias sem ser flexível? Eu trouxe isso para meu trabalho. Temos um grupo enxuto então o tempo inteiro trabalhamos em equipe, um ajudando o outro, agregando ideias”.

10-      “Não se compare!”, diz Rafael Gonçalves, de 23 anos, que foi estagiário da Sanofi. “Cheguei para a entrevista coletiva com mais duas concorrentes. Durante a conversa, vi que o perfil delas era muito mais avançado que o meu, já que eu ainda estava no primeiro ano da faculdade. E fiquei um pouco pessimista. Quando a entrevistadora abriu para perguntas, apenas eu perguntei. Fiz perguntas sobre o posicionamento da Sanofi e sobre o que esperavam de mim. Ela, então, viu em mim um diferencial, por eu ser mais questionador e ter demonstrado mais interesse na empresa. Eu fui escolhido. Então, não vale a pena se comparar. É uma questão de perfil”.



Na semana que vem, será a vez da Diretoria de Projetos no Cantinho da EJ.
Até lá!