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PRESERVA JR. NO EMEJ 2014

Não estamos sozinhos. Existem muitos jovens inovadores, empreendedores e com atitude!

PRESERVANDO - DIA DA ÁRVORE

A Preserva Jr. em homenagem ao Dia da Árvore fez uma mobilização na Praça Doutor Augusto Silva. SAIBA MAIS

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Planeta Curioso: Já pensou em transformar chorume em água? Confira

    Estamos de volta com mais um Planeta Curioso e essa semana vamos te mostrar que já existem tecnologias capazes de recuperar o chorume. 
A maior parte do lixo gerado no Brasil é matéria orgânica, principalmente restos de comida. A decomposição desses resíduos provoca o aparecimento do chorume, o suco do lixo, um líquido escuro, tóxico, que pode contaminar as águas subterrâneas. Na maioria dos aterros do país, não há tratamento adequado para o chorume.
“Não é possível que a gente continue levando o chorume para estações de tratamento de esgoto que não tratam chorume. Diluem apenas”, comenta o engenheiro civil Walter Plácido.
Uma das exceções é o aterro de Cariacica, no Espírito Santo. Lá, uma tecnologia totalmente brasileira transforma 130 mil litros de chorume por dia em água tratada e adubo.
As tecnologias de proteção e de recuperação do meio ambiente têm conseguido resultados revolucionários no Brasil e no mundo.  O chorume, aquele líquido resultante da decomposição do lixo, já pode ser transformado em água pura.
Por dia, 130 mil litros de chorume viram água e adubo em aterro do ES. No RJ, empresa economiza R$ 300 mil em dois meses com tratamento.
“95% do chorume vira água e os outros 5% são transformados em resíduo, na forma de um lodo sólido, sendo que este resíduo pode ser utilizado em processos de compostagem para que sejam transformados em adubo orgânico”, explica o empresário Poy Ramos Carneiro.

Em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, o tratamento do chorume é ainda mais sofisticado. Sai mais barato tratar o chorume por essa tecnologia alemã do que levar o material para tratamento em uma estação de esgoto.  
O chorume recolhido do aterro é bombeado para uma miniestação de tratamento que cabe em um contêiner. Equipamentos de última geração filtram o chorume. Micro membranas só deixam passar as moléculas de água. O resultado do processo é impressionante. É água pura, destilada. O que era problema virou solução. Uma economia de R$ 300 mil em apenas dois meses.
“Eu acho que é um primeiro passo para que o país evolua no tratamento do chorume para todos os aterros”, diz Milton Pilão Junior, executivo da empresa de tratamento de resíduos.
O desafio agora é descobrir o que fazer com 80 mil litros de água destilada por dia.
“Os usos mais nobres desta água deveriam ser usos industriais. Indústrias que têm necessidade de água com alto padrão de desmineralização, alto padrão de destilação”, aponta o engenheiro Walter Plácido.

Por enquanto, a água destilada está sendo usada para baixar a poeira dentro do próprio aterro. Um banho de luxo, até que novos negócios transformem essa água em uma fonte de receita para quem cuida do lixo.
Veja a reportagem completa:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/08/tecnologias-transformam-o-chorume-residuo-toxico-do-lixo-em-agua-limpa.html

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Planeta Curioso: Reciclagem de Pilhas e Baterias

O descarte de pilhas e baterias é um grande problema para a sociedade. No Brasil, são vendidos, em média, 400 milhões de baterias e mais de 1 bilhão de pilhas. E depois de usadas, para onde vai tudo isso?
Muitos jogam no lixo, causando um grande dano ao meio ambiente. Também existem os pontos de coleta para reciclagem, mas esses são raros e, na maioria das vezes, não resta opção e o jeito é descartar no lixo comum.
Baterias e pilhas contêm elementos pesados, como níquel, cádmio, chumbo, zinco e mercúrio, que podem intoxicar o solo, os rios, os vegetais, os animais e os seres humanos. A pior parte é que o ser humano não metaboliza esses elementos, que podem casar danos ao sistema nervoso e até câncer.
Infelizmente, a reciclagem de pilhas e baterias não é muito comum. Isso se deve ao alto custo do processo. Por exemplo, uma tonelada custa R$990,00, enquanto reciclar uma tonelada de papel custa R$420,00. Quando recicladas, pilhas e baterias viram pigmentos que originam a cor dos fogos de artifício, pisos de cerâmica, vidros e tintas.
A reciclagem passa por alguns processos:
     1.      Sem plástico 
         Pilhas e baterias têm uma cobertura plástica, que é removida e lavada com água para eliminação de metais. Depois da lavagem, a parte plástica é encaminhada a recicladores especializados no material. 

     2.       Sem perigo 
        O que sobra é a parte metálica, que é triturada em uma máquina até virar um pó cujo pH é neutralizado, tornando-se menos agressivo a humanos. Então, o pó segue para um filtro em que é prensado e seco. 

     3.       Com cor 
        Um teste identifica o metal predominante na composição da pilha. Isso define a cor do produto final. Por exemplo, muito níquel significa verde-escuro, enquanto pouco níquel é verde-claro. 

     4.      Com utilidade 
      O pó vai para um forno de temperatura a 1300 °C e vira o produto final: um óxido metálico inofensivo, pronto para ser vendido à indústria para a fabricação de fogos de artifício, pisos cerâmicos, tintas e vidros. 




Portanto, quando for descartar uma pilha no lixo, lembre-se que ela pode voltar para você de uma forma prejudicial.





Fonte: http://blogdaengenharia.com/voce-feita-reciclagem-pilhas-baterias/
           http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/como-feita-reciclagem-pilhas-baterias-716429.shtml

sábado, 2 de agosto de 2014

Terminou o prazo para que municípios acabem com lixões


Termina hoje (2) o prazo para as cidades brasileiras adequarem sua gestão do lixo às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sancionada em 2 de agosto de 2010, a PNRS tem como prioridades a redução do volume de resíduos gerados, a ampliação da reciclagem, aliada a coleta seletiva com inclusão social de catadores e a extinção dos lixões. Além disso, prevê a implantação de aterros sanitários que receberão apenas dejetos, aquilo que não pode ser aproveitado.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os instrumentos da PNRS ajudarão o país a reciclar 20% dos resíduos já em 2015. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes a 2012 e que são os mais recentes, apontam que só 3,1% do lixo gerado no país naquele ano foi destinado à coleta seletiva e que 1,5% dos resíduos domiciliares e públicos foram recuperados.
Se a legislação for cumprida à risca, muitas cidades podem ser punidas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, somente 2.202 municípios, de um total de 5.570, estabeleceram medidas para garantir a destinação adequada do lixo que não pode ser reciclado ou usado em compostagem.
Mesmo com um prazo de quatro anos para adequação, 2/3 das 853 cidades mineiras, segundo a Associação Mineira de Municípios (AMM), ainda não estão legalizados.

Desde o início do prazo, muitos municípios argumentam que não têm dinheiro para cumprir a lei. Em Varginha (MG) o atual depósito ainda é lixão, a área deverá ser desativada até o início do ano que vem. No atual lixão são depositadas três mil toneladas de lixo por mês. 
Já o consórcio entre os municípios mineiros Conselheiro Lafaiete, Congonhas e Ouro Branco apresenta um plano elaborado, sendo exemplo de excelência para as demais cidades do estado. A Preserva Jr., em um processo de contratação pela cidade para realizar o diagnóstico de antigas áreas de disposição de resíduos, realizou uma visita na cidade. Os membros da empresa aproveitaram para ver de perto o seu aterro, que começou a ser operado com êxito ontem.

Aterro de Conselheiro Lafaiete (MG)
A cidade de Carvalhópolis (MG), contou com a Preserva Jr. na formulação do PGIRS (Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos) da cidade, obtendo sucesso e reconhecimento no trabalho realizado, executando-o com preços inferiores aos cobrados no mercado.  A proposta de um plano como esse era a de diagnosticar a real situação dos resíduos gerados no município e de acordo com as normas e lei, mostrar a melhor solução para a cidade. Evitando assim a aglomeração de resíduos em locais inadequados, diminuindo os impactos ambientais e na sociedade.
Equipe da Preserva Jr. em Carvalhópolis (MG)



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

PreservAção: Mais uma ação beneficente da Preserva Jr.

No último dia 26, a Preserva Jr. realizou a tão esperada entrega das arrecadações do Arraiá beneficente.
A entrega contou com a participação dos membros da empresa, que foram retribuídos com carinho e agradecimento no Lar Augusto Silva.


Membros da Preserva Jr. no Lar Augusto Silva

O 2º Arriá beneficente da Preserva Jr. foi realizado no dia 10 de Julho na República Arueira. Sucesso desde a primeira edição, o Arraiá atraiu grandes amigos, que em um clima agradável puderam se divertir, sem deixar de lado o espírito de solidariedade que envolvia o evento.

A colaboração com alimento era indispensável,
e todo mundo fez questão de colaborar!
Foi uma grande festança, com direito a comida, correio elegante, sorteio da rifa e até quadrilha! Ao som de grande estilo e do Dj Skbin, quem foi não se arrependeu!
É um grande orgulho para a Preserva Jr. realizar eventos de tamanha qualidade, que satisfaça a todos e que ainda contribua com a missão social tão valorizada na empresa.





Agradecemos imensamente. 
Até a próxima, pessoar!